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Papo Aberto   
Greve do Caminhoneiros contra alta do diesel
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Fabio DG em 30/5/18, 19:09       
anos | Dez 2016 | Mensagens: 310 | Ipanema - MG
  
 

Em Minas Gerais, ainda continuar tudo praticamente parado, mas quem governa Minas Gerais? O governador esta inerte a tudo que esta acontecendo, esta se lixando para o povo, para eles quanto pior melhor. Vocês que estão aplaudindo isso, vão chorar em breve, pois se estava ruim antes, agora vai ficar mais do que péssimo. Não adianta o combustível abaixar, pois a conta vai vir para todos, inclusive os próprios caminhoneiros que vão comprar tudo muito mais caro, pois o prejuízo para o pais é enorme, não chorem e nem reclamem amanha quando forem aos mercados, aguentem e se calem, pois se o Brasileiro esta gostando e apoiando essa greve, não reclame depois.

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Paulo.es em 30/5/18, 19:55       
anos | Dez 2006 | Mensagens: 1504 | Vitória - ES
  
 

CRISPIM escreveu
Roubo de cargas diminui 26% no RJ durante greve de caminhoneiros; 18 casos por dia

Segundo o ISP, de 21 a 28 de maio, foram registrados 147 casos. Na semana anterior, de 13 a 20 de maio, foram 199 casos.


De acordo com dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), entre os dias 13 a 20 de maio, nos oito dias anteriores à greve, foram registrados 199 casos de roubos de carga no Estado do Rio de Janeiro. No período de 21 a 28 de maio, nos oito dias durante a greve, foram 147 ocorrências. Mesmo com uma redução de 26%, houve 18 casos por dia.

As regiões onde, mesmo com a greve, registraram o maior número de crimes do tipo foram as regiões de Bangu e Olaria, no Rio, e São Gonçalo, na Região Metropolitana.

Mais na fonte: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/d...minhoneiros.ghtml

Então estão roubando 200 cargas por semana no RJ?
Pensei que tinha uma intervenção das forças armadas lá?
Aliás, o governo parou só por causa dessa intervenção.
O Brasil pós-golpe tá ficando até pior do que eu imaginava.


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Paulo.es em 30/5/18, 19:57       
anos | Dez 2006 | Mensagens: 1504 | Vitória - ES
  
 

!
Comunicado da Moderação:
EDITADO - Postagens não relacionados com o tema do tópico serão excluídas.


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Ademir em 31/5/18, 9:49       
anos | Abr 2008 | Mensagens: 4529 | Paranavaí - PR
  
 

Como já foi postado aqui:

Tivemos nos últimos dias uma tentativa de golpe dentro da direita:

A direita reacionária tentou derrubar do poder a direita liberal e rentista e colocar no poder os militares, usando os caminhoneiros como massa de manobra.

Os liberais abriram a caixa de pandora e soltaram os monstrinhos para derrubar Dilma, mas pelo visto não conseguiram colocar os monstrinhos de volta na caixa.


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Ademir em 31/5/18, 22:45       
anos | Abr 2008 | Mensagens: 4529 | Paranavaí - PR
  
 

ABIN E PROCURADORIA INVESTIGAM INFILTRAÇÃO MILITAR EM PARALISAÇÃO


Órgãos federais suspeitam que violência contra caminhoneiros e sabotagem a trem em Bauru têm relação com presença de militares no movimento



A Agência Brasileira de Inteligência, a Abin, investiga a participação de integrantes das Forças Armadas e das Polícias Militares estaduais na greve dos caminhoneiros. O objetivo seria aproveitar o momento de extrema fragilidade política do governo Temer para provocar uma intervenção militar no país.

De acordo com três agentes da Abin ouvidos pela piauí sob a condição do anonimato, a possível presença de militares entre os grevistas começou a se desenhar nesta semana, quando cresceu a violência contra os caminhoneiros – um deles foi assassinado na quarta-feira, 30 de maio, em Rondônia –, e surgiram atos típicos de sabotagem, como a retirada de parafusos dos trilhos da linha férrea em Bauru, no interior paulista, que levou ao descarrilamento de um trem carregado com combustível, no dia anterior.

Em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, manifestantes bloquearam a entrada do quartel do Exército no domingo, 27 de maio, pedindo intervenção militar no país. No Rio, segundo a Polícia Rodoviária Federal, há indícios de envolvimento de milicianos no movimento. A Abin também estranha a falta de pulso da polícia nos mais de 500 pontos de bloqueio de caminhões que se formaram no Brasil nos dias de greve. Os agentes comparam com a paralisação de 2015, que durou três dias. Na época, não houve desabastecimento de combustíveis, alimentos e remédios, como desta vez. “Havia uma ação mais enérgica da polícia. Por que não houve desta vez? É estranho”, questionou um dos agentes.

Na quarta-feira, 30, a Câmara Criminal da Procuradoria Geral da República instaurou procedimentos para investigar se empresários e sindicalistas violaram dois dispositivos previstos na Lei de Segurança Nacional: tentar mudar o regime político do país com emprego de violência e “incitar a subversão da ordem política e a animosidade entre as Forças Armadas”, crimes punidos com até dezenove anos de prisão.

A Câmara Criminal tem informações sobre a infiltração de militares na greve, mas, nesse caso, segundo a procuradora Luiza Frischeisen, coordenadora da Câmara Criminal, a investigação formal cabe ao Ministério Público Militar. “É algo muito grave que precisa ser apurado”, afirmou Frischeisen. Procurado pela piauí, o promotor Adriano Alves Marreiros, do MPM, não quis se manifestar.

s redes sociais e principalmente aplicativos como o WhatsApp têm sido bombardeados com fake news a favor de uma intervenção. Em um áudio, um homem se passa pelo general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército, para pedir “a todos os brasileiros que saiam às ruas nesta quarta-feira [dia 30] pedindo a intervenção militar”. Assim, no dia seguinte, “nós iremos destituir o presidente, junto com o Congresso Nacional e o Judiciário. Devido à corrupção que se instaurou nesse país, faremos um governo interino”. A página (verdadeira) do general no Twitter passou a ser bombardeada de mensagens críticas a ele – muito chamam Villas Bôas de “covarde”. “Deixou o povo brasileiro na mão, quando a gente precisou de você.”

“São ações práticas concatenadas com forte propaganda veiculada em aplicativos criptografados. É tudo muito bem pensado, o que nos leva a acreditar que há militares diretamente envolvidos”, afirmou um dos integrantes da Abin. A agência mapeou o descontentamento generalizado da caserna com o governo Temer, sobretudo após a intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro, em fevereiro deste ano. Não são poucos os que consideram o general Sérgio Etchegoyen “traidor” por integrar a gestão Temer. Ele é ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, o GSI, a quem a Abin é subordinada. “Há uma crise grave, muito maior do que a greve”, disse um dos agentes.

A própria Abin teve um comportamento heterodoxo na greve, ao deixar de avisar o governo sobre a movimentação dos grevistas nas semanas anteriores à paralisação. Nesta quarta-feira, na tentativa de debelar o movimento, o Palácio do Planalto divulgou um número de celular com WhatsApp, batizado de “SOS Caminhoneiro”, para que os motoristas de caminhão denunciem casos de coação que os impeçam de retomar o trabalho.

http://piaui.folha.uol.com.br/abin-e-procurador...r-em-paralisacao/


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leco em 1/6/18, 11:39       
anos | Abr 2006 | Mensagens: 1137 | Curitibanos - SC
  
 

Chateado 2 Chateado 2

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Larry.Tate em 1/6/18, 12:36       
anos | Out 2007 | Mensagens: 2716 | São Paulo - SP
  
 

Essa ABIN não tem credibilidade nenhuma, eles nem conseguiram prever a greve dos caminhoneiros.

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CRISPIM em 1/6/18, 14:34       Moderação
anos | Fev 2006 | Mensagens: 8275 | Itajaí - SC
  
 

De real desta greve dos caminhoneiros, hoje o CEO Pedro Parente, da Petrobrás, pediu a demissão.

Sua política de correção dos combustíveis foi totalmente absurda e estava trazendo muito prejuízos ao povo e aumentos via Dólar.


Bravo


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Ademir em 1/6/18, 18:56       
anos | Abr 2008 | Mensagens: 4529 | Paranavaí - PR
  
 

Citação
ABIN E PROCURADORIA INVESTIGAM INFILTRAÇÃO MILITAR EM PARALISAÇÃO


Onde a fumaça....


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CRISPIM em 1/6/18, 19:43       Moderação
anos | Fev 2006 | Mensagens: 8275 | Itajaí - SC
  
 

Ademir escreveu
ABIN E PROCURADORIA INVESTIGAM INFILTRAÇÃO MILITAR EM PARALISAÇÃO


Órgãos federais suspeitam que violência contra caminhoneiros e sabotagem a trem em Bauru têm relação com presença de militares no movimento



A Agência Brasileira de Inteligência, a Abin, investiga a participação de integrantes das Forças Armadas e das Polícias Militares estaduais na greve dos caminhoneiros. O objetivo seria aproveitar o momento de extrema fragilidade política do governo Temer para provocar uma intervenção militar no país.

De acordo com três agentes da Abin ouvidos pela piauí sob a condição do anonimato, a possível presença de militares entre os grevistas começou a se desenhar nesta semana, quando cresceu a violência contra os caminhoneiros – um deles foi assassinado na quarta-feira, 30 de maio, em Rondônia –, e surgiram atos típicos de sabotagem, como a retirada de parafusos dos trilhos da linha férrea em Bauru, no interior paulista, que levou ao descarrilamento de um trem carregado com combustível, no dia anterior.

Em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, manifestantes bloquearam a entrada do quartel do Exército no domingo, 27 de maio, pedindo intervenção militar no país. No Rio, segundo a Polícia Rodoviária Federal, há indícios de envolvimento de milicianos no movimento. A Abin também estranha a falta de pulso da polícia nos mais de 500 pontos de bloqueio de caminhões que se formaram no Brasil nos dias de greve. Os agentes comparam com a paralisação de 2015, que durou três dias. Na época, não houve desabastecimento de combustíveis, alimentos e remédios, como desta vez. “Havia uma ação mais enérgica da polícia. Por que não houve desta vez? É estranho”, questionou um dos agentes.

Na quarta-feira, 30, a Câmara Criminal da Procuradoria Geral da República instaurou procedimentos para investigar se empresários e sindicalistas violaram dois dispositivos previstos na Lei de Segurança Nacional: tentar mudar o regime político do país com emprego de violência e “incitar a subversão da ordem política e a animosidade entre as Forças Armadas”, crimes punidos com até dezenove anos de prisão.

A Câmara Criminal tem informações sobre a infiltração de militares na greve, mas, nesse caso, segundo a procuradora Luiza Frischeisen, coordenadora da Câmara Criminal, a investigação formal cabe ao Ministério Público Militar. “É algo muito grave que precisa ser apurado”, afirmou Frischeisen. Procurado pela piauí, o promotor Adriano Alves Marreiros, do MPM, não quis se manifestar.

s redes sociais e principalmente aplicativos como o WhatsApp têm sido bombardeados com fake news a favor de uma intervenção. Em um áudio, um homem se passa pelo general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército, para pedir “a todos os brasileiros que saiam às ruas nesta quarta-feira [dia 30] pedindo a intervenção militar”. Assim, no dia seguinte, “nós iremos destituir o presidente, junto com o Congresso Nacional e o Judiciário. Devido à corrupção que se instaurou nesse país, faremos um governo interino”. A página (verdadeira) do general no Twitter passou a ser bombardeada de mensagens críticas a ele – muito chamam Villas Bôas de “covarde”. “Deixou o povo brasileiro na mão, quando a gente precisou de você.”

“São ações práticas concatenadas com forte propaganda veiculada em aplicativos criptografados. É tudo muito bem pensado, o que nos leva a acreditar que há militares diretamente envolvidos”, afirmou um dos integrantes da Abin. A agência mapeou o descontentamento generalizado da caserna com o governo Temer, sobretudo após a intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro, em fevereiro deste ano. Não são poucos os que consideram o general Sérgio Etchegoyen “traidor” por integrar a gestão Temer. Ele é ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, o GSI, a quem a Abin é subordinada. “Há uma crise grave, muito maior do que a greve”, disse um dos agentes.

A própria Abin teve um comportamento heterodoxo na greve, ao deixar de avisar o governo sobre a movimentação dos grevistas nas semanas anteriores à paralisação. Nesta quarta-feira, na tentativa de debelar o movimento, o Palácio do Planalto divulgou um número de celular com WhatsApp, batizado de “SOS Caminhoneiro”, para que os motoristas de caminhão denunciem casos de coação que os impeçam de retomar o trabalho.

http://piaui.folha.uol.com.br/abin-e-procurador...r-em-paralisacao/



Mais uma teoria plantada pela Fake News na mídia, pelos inimigos do governo.

Vendo a fonte, já vi a montagem desta matéria e comprada pela corrupção.

A greve dos caminhoneiros foi feita pelos seus Sindicatos e com objetivos de reduzir os custos do diesel, pedágios...etc.
Não deixaram nem a CUT se aproximar.

Plantaram muitos boatos nas redes sociais e se o governo cair, virá a uma nota nos canais de Tv e esclarecimentos a população.

Para os boateiros, quanto pior, melhor.

Abraços


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